Curadoria Inteligente
24/02/2026 | 2 min leitura

Diretora da Casa da Mulher de Três Lagoas detalha avanços e desafios da instituição

Marisa Oliveira discute o trabalho da Casa da Mulher, que oferece acolhimento e capacitação para mulheres em vulnerabilidade em Três Lagoas.

Diretora da Casa da Mulher de Três Lagoas detalha avanços e desafios da instituição

Marisa Oliveira, diretora da Casa da Mulher Três-Lagoense, participou do Café da Manhã da Rádio Caçula nesta segunda-feira, 23, para discutir a trajetória, os desafios e os planos da instituição, que completa quatro anos em abril.

Marisa relembrou que a Casa da Mulher surgiu em 2021, durante a pandemia. Após superar complicações da Covid-19, ela decidiu transformar sua experiência em apoio a outras mulheres.

“Fui vítima de violência doméstica por 13 anos. Quando uma mulher em situação extrema me procurou, isso me tocou profundamente. Percebi que precisava agir”, relatou.

Desde então, a Casa da Mulher Três-Lagoense acolhe mulheres em situação de violência e vulnerabilidade social, atendendo cerca de 50 mulheres por mês.

A instituição oferece psicólogas, psicoterapeutas, advogadas e assistência social, investindo também em capacitação profissional, com cursos gratuitos de manicure, mídias sociais e fotografia para vendas.

Um evento no SEBRAE orientará mulheres a divulgar e vender produtos online. Uma oficina de manicure, com kit completo para as participantes, ocorrerá nos dias 2 e 3 de março.

Marisa enfatizou que o objetivo é preparar cada mulher para um novo começo: “Queremos que ela se sinta capaz e não sozinha. Se eu transformar a vida de uma pessoa durante o ano, já terá valido a pena”, afirmou.

A Casa enfrenta desafios financeiros, com custos mensais de R$ 2.500 para aluguel e contas. A ONG depende de doações, venda de artesanato e projetos como o troco solidário da Havan.

Um novo site será lançado com um portal da transparência, demonstrando a aplicação dos recursos. “Quero que saibam onde cada real doado foi usado. Transparência é fundamental”, destacou.

Além do PIX (CNPJ da instituição), a população pode comprar produtos na loja solidária, como bolsas artesanais e acessórios. A sede fica na rua Coronel João Gonçalves de Oliveira, 737, aberta de segunda a quinta, das 13h às 17h.

Marisa pediu apoio da comunidade e empresários: “Violência e vulnerabilidade são sérias. Abrimos a casa para levar isso a sério. Toda ajuda é importante.”

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Original em Radio Caçula

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